Sanciones, bloqueo y diálogo político en Venezuela: narrativas en disputa

En este ensayo abordaremos elementos de las narrativa y realidades que nos permitan comprender la dimensión discursiva de la aplicación de MCU contra Venezuela

Post - Iberoamérica Social Revista-red de estudios sociales, Año 9, Número XVII

Desde el año 2014 el gobierno de los EE. UU. ha aplicado una serie de medidas coercitivas unilaterales en contra de la nación de Venezuela, afectando de manera considerable la calidad de vida en el país, así como el disfrute de los derechos fundamentales de la población y generando un flujo migratorio significativo en la región. La dimensión discursiva de este conflicto geopolítico nos presenta al menos dos narrativas con las que estas medidas son relatadas a la opinión pública: una narrativa hegemónica que alega que se trata de sanciones dirigidas a altos funcionarios del gobierno de Maduro, con el fin de aliviar la supuesta violación de derechos humanos por parte del gobierno venezolano.

ONU reconhece Maduro como presidente legítimo da Venezuela

Nicolás Maduro foi eleito em um pleito livre, legítimo e monitorado por olheiros internacionais. 

A guerra econômica e ideológica contra a Venezuela segue sem parada. Boicotes comerciais, roubo descarado de dinheiro nos bancos internacionais, sanções e campanhas sistemáticas da mídia internacional contra o governo são parte do pacote. O ataque é tão surreal que muitos países – 60 para ser exata – chegam a reconhecer a marionete Juan Guaidó como presidente do país, uma vez que os Estados Unidos o ungiu e tem garantido seu financiamento a partir do roubo das divisas venezuelanas. É um escárnio ao direito internacional, já que Nicolás Maduro foi eleito em um pleito livre, legítimo e monitorado por olheiros internacionais. Na última segunda-feira, pasmem, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu colocar em votação as credenciais do governo de […]

Venezuela: silêncio mundial sobre as riquezas roubadas

A Venezuela, um país soberano, com um presidente eleito democraticamente pelo seu povo, que tem sido sistematicamente roubado pelos bancos internacionais em todas as suas reservas. No total, até agora, os bancos estadunidenses e europeus já roubaram do povo venezuelano mais 35 bilhões de dólares.

Na vida cotidiana quando alguém fala que fulano roubou sicrano, a primeira frase que assoma é: ladrão, tem de ser preso. Bandido bom é bandido na cadeia. E por aí vai. Conforme as leis da sociedade burguesa o roubo é algo que deve ser punido rigorosamente. Vejam a moral da Lava-Jato, que se fez em cima da cruzada anticorrupção. E anticorrupção é ação contra o roubo. Isso parece ser uma coisa bem legal. Mas, há que olhar com cuidado. Porque há ladrões e ladrões. Se uma mulher rouba um pote de manteiga vai para a penitenciária. E se um banco rouba 31 toneladas de ouro de um país, de um povo inteiro, acontece o quê? Hoje, no mundo? Nada. É […]

Mundos en movimiento y fuerzas instituyentes en Iberoamérica. Iberoamerica Social XVI

En este trabajo se explora de qué manera la segregación urbana incide en la sociabilidad y las identidades colectivas de los/as habitantes de las barriadas populares en América Latina. Poniendo el foco en los jóvenes que viven en la periferia revisaremos de qué manera estos ocupan el ámbito barrial.

Epidemias en Venezuela

La invasión, conquista y colonización de nuestro territorio originario, generó grandes transformaciones en el campo demográfico, debido a la introducción por parte de los europeos de enfermedades totalmente desconocidas por las y los indígenas. La presencia de esos grupos étnicos, y a partir de 1514, de grupos africanos, implicaron el traslado de sus enfermedades características a nuestro continente, tal como destacan algunos historiadores como Archila Farías.

O rescaldo das eleições na Venezuela

Sem poder gritar «fraude», a oposição golpista diz que o governo é ilegal. Países da América Latina, exceto México, Argentina, Cuba e Bolívia, embarcam em mais essa mentira.

A Venezuela passou nesse domingo (6) por mais um processo eleitoral, desta vez para eleger a nova Assembleia Nacional. Eleições livres, seguras e revestidas de toda a transparência. Mas, ainda assim, os países latino-americanos alinhados com os Estados Unidos insistem em não reconhecer o resultado, alegando que o governo de Nicolás Maduro é ilegal e que, portanto, isso torna também ilegais as eleições. Poderia ser uma piada se não fosse sério e não contasse com a imediata manifestação de presidentes de nações em um documento conjunto assinado pelos presidentes de Brasil, Estados Unidos, Uruguai, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guyana, Haiti, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Santa Lucía. A União Europeia também se manifestou […]