El femicidio, la masacre cotidiana en Iberoamérica

A chamada para o dossiê “Feminicídio, o massacre cotidiano na Iberoamérica” foi, portanto, lançada ainda em 2019, abrangendo então uma temática fundamental para o campo social ibero-americano. Naquele momento, no entanto, não se poderia prever a urgência com que o assunto seria tratado a nível mundial em 2020.

Mas as discussões em torno da temática não são novas e constituem um dos pontos fundamentais dos estudos que articulam violência, gênero e política há décadas nas ciências humanas e sociais. Desde pelo menos os anos 1970, quando a ONU inaugurou a celebração da “Década da Mulher”, denúncias ligadas à violência doméstica já apareciam a nível global, exigindo medidas efetivas da parte dos Estados. Diana Russell o Jill Radford em seus trabalhos, já utilizavam então o termo femicide, em inglês, transformado pela antropóloga mexicana Marcela Lagarde, em feminicídio, vocábulo hoje utilizado na América Latina.

Publicado: 30-06-2020

Otras formas de feminicidio cotidiano

Yanett Medrano Valdez

Pp. 10-12

Feminicidio, una reflexión desde la imbricación de opresiones

Carmen Cariño Trujillo

Pp. 13-15

El asesinato de las "otras" y los límites de la estrategia feminista

Celenis Rodríguez Moreno

Pp. 16-18

Diálogos para un feminismo de los pueblos

Laura Sampietro Francisca Fernández Droguett Lorena Garrón Rincón

Pp. 19-27

Aportes del pensamiento complejo a la educación forestal superior en el Perú

Rodrigo Severo Arce Rojas

Pp. 140-156

La comunicación en la posmodernidad: influencia en el sujeto, campo y medio.

Raul Anthony Olmedo Neri

Pp. 157-172

No Estamos Todas. Ilustrando memorias

Gabriela Coronado-Téllez

Pp. 173-201