Maduro ou o príncipe? Do que não se diz

O que define as ações dos governos dos países centrais é a expansão do capitalismo. Ocupar novos territórios para acumular mais capital. A guerra é fundamental para isso.

O governo dos Estados Unidos insiste em criar na América Latina um espaço de guerra e destruição. Vem tentando desestabilizar a Venezuela desde 2002, sem sucesso. Agora, com o novo secretário de Estado, o tiranossauro “Rex”, começa com as ameaças de intervenção militar. Quer, com isso, fazer brotar uma “primavera” latino-americana aos moldes da que plantaram no Oriente Médio, quando destruiram vários países em nome do que chamam hipocritamente de “democracia”. Muitos desses países tinham governos nacionalistas e avançavam no bem estar à sua população. Hoje, as cidades estão em escombros.  A derrubada desses governos fez eclodir a ação de grupos fundamentalistas – financiados pelos EUA e países europeus – e, um deles, o Estado Islâmico, ficou tão forte e […]

Sobre o jornalismo e a fabricação do consenso

Os meios comerciais estão no mercado, vendem a informação, logo, informação é negócio.

Nos anos 80, Noam Chomsky e Edward Herman escreveram um livro sobre a economia política dos meios de comunicação no qual mostraram que os meios, na verdade, se utilizam de um modelo de propaganda para a fabricação de um consenso sobre os fatos. Não há jornalismo, o que há é uma bem urdida trama para convencer a sociedade de que aquilo que a classe dominante vê como bom é o que deveria ser bom para toda a gente. Naqueles dias, Chomsky e Herman também deixavam claro que o sucesso dessa fabricação do consenso podia acontecer ou não, sempre dependendo de uma série de outras variáveis. De qualquer maneira, asseveravam, esse era o modo de atuação dos meios comerciais massivos. A […]

Comunicación y marxismo en Habermas

Habermas centra su atención en la relación entre producción y superestructura lingüística y cultural, desde un punto de vista exclusivamente filosófico, y sin apenas implicaciones políticas.

La acción comunicativa es, como digo, esencial en Habermas, así como su apuesta por las posiciones racionalistas emanadas de la modernidad ilustrada alemana, la cual marca, según Habermas, un antes y un después en la filosofía en general. De este modo, el peso de la razón es algo así como el demiurgo al que se subordinan todas las cosas buenas asociadas al ser humano.

Marielos y los dinosaurios

No es un regreso a los años 70. En realidad, nunca fueron plenamente superados.

Las estrategias de intimidación contra quienes trabajan por avances tan importantes como el establecimiento de un mejor sistema de justicia y contra la impunidad, nunca han desaparecido.  Todo lo contrario, parecen intensificarse a medida que comienzan a verse los primeros resultados del esfuerzo de la población civil por defender sus derechos por medio de acciones concretas. Por una razón lógica derivada de su influencia, algunas de las víctimas favoritas de tales campañas son los miembros de la prensa nacional, con especial énfasis en quienes no se dejan corromper. A ese honorable grupo de colegas pertenece Marielos Monzón, cuya trayectoria ha destacado por su valentía y una incansable búsqueda de la verdad. Por eso mismo, ha sido objeto privilegiado de quienes […]

A utopia, a esperança e o jornalismo

Se existe algo que tira totalmente a esperança de alguém é a leitura dos jornais, revistas semanais ou noticiários de TV. Vê-se de tudo, menos jornalismo. Esse é um fazer que se desintegra no universo da propaganda e do incensamento do sistema capitalista de produção. O que fazem os meios de comunicação comercial é o falseamento da realidade, escondendo-a, ou então a invenção de um presente/futuro a partir da mentira. Quem não se lembra das “armas químicas” do Iraque, que levaram a uma guerra e à destruição completa de um país? Os meios inventam realidades que, depois, se fazem reais de verdade. Por isso não é nada fácil, nos tempos atuais, falar em esperança ou utopia. Diante do niilismo que […]

Governo gaúcho ataca comunicação pública

O Rio Grande do Sul é o estado que tem hoje, proporcionalmente, a maior dívida pública do país. Ela supera em mais de duas vezes a receita. Passa dos 50 bilhões enquanto a arrecadação chega a pouco mais de 20 bilhões. A dívida com a União ultrapassa os 40 bilhões, 98% fruto de um refinanciamento de títulos mobiliários feito em 1998, no governo de Antônio Britto (PMDB). Outros passivos da dívida são déficits previdenciários, precatórios e empréstimos internacionais (perto de quatro bilhões). Outra pequena parte é composta de empréstimos internacionais. Observando as reportagens de jornais gaúchos sobre o que o atual governador chama de “calamidade financeira” a impressão que dá é de que a dívida apareceu de paraquedas no colo […]