Povos indígenas do Brasil reagem aos ataques do novo governo

Basta uma olhada nos aplicativos “Google Maps e Google Earth” e imediatamente pode-se perceber que onde tem comunidade indígena tem proteção e a floresta vibra. Onde tem usina ou fazenda, a vida míngua.

Povos indígenas do Brasil

Os ataques do novo governo aos povos indígenas, e a mudança administrativa que joga para a pasta da Agricultura a responsabilidade sobre a demarcação das terras originárias já estão provocando reação imediata das comunidades organizadas e autônomas que sobrevivem e lutam no território nacional. Passados mais de 500 anos da invasão e uma sistemática política de extermínio ainda resistem 305 etnias que ocupam pouco mais de 12% do território brasileiro. A maior parte, quase 90%, fica na Amazônia, um espaço de exuberante floresta no qual as comunidades ainda podem viver segundo sua cultura e, de quebra, garantir a preservação de um bioma que é fundamental não apenas para o Brasil, mas para todo o planeta.  Basta uma olhada nos aplicativos […]

Ministério da Agricultura regulará demarcação de terras indígenas

Durante vários anos a bancada ruralista tentou tirar a decisão sobre demarcação da mão do presidente da República, buscando passar para o Congresso, onde tinha maioria, mas não obteve sucesso.

Demarcação de terras indigenas

Uma das primeiras medidas provisórias do novo governo (MP 870) foi passar a competência de regularização das terras Indígenas e Quilombolas para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento. A ministra da pasta é Tereza Cristina,  engenheira agrônoma que estava deputada federal pelo DEM/MS e era líder da Bancada Ruralista no Congresso. Também foi defensora da lei que flexibiliza o uso de agrotóxicos, o que significa mais venenos na mesa dos brasileiros. Em tese, essa MP significa um duro golpe para as comunidades tradicionais, pois desde há tempos que o agronegócio quer se apropriar das terras que estão nas mãos dos povos originários e dos remanescentes dos quilombos. São terras ricas em fertilidade, em fármacos e em minerais. Agora, na […]

Las personas y la autonomia

Los Uru Chipaya son un pueblo boliviano indígena, inicialmente nativo de la zona del lago Titikaka, migrado sucesivamente a sur, hacia la zona que se encuentra actualmente entre Oruro y el confín boliviano con el Chile a causa de conflictos con muchos otros pueblos cómo los Aymara, los Quechuas y los invasores españoles. Es una población en la qual sobrevive una identidad cultura particular y auténtica, para el hecho de tener supuestamente orígenes antiquísimos, ya que según algunos estudios estarían directamente conectados con los primeros migrantes asiáticos que, atravesando el estrecho de Béring, habitaron Sudamérica.

Terras Indígenas Xavante

Este artigo apresenta um relato de experiência de cunho etnográfico sobre a vivência junto ao povo indígena Xavante da Aldeia Daritidzé, Terra Indígena Parabubure, Mato Grosso, Brasil. O objetivo principal foi relatar o cotidiano das relações abrangendo aspectos como sociabilidades, alimentação e cultura, saúde, educação e a relação com a sociedade não-indígena do entorno. Observação participante, entrevistas e análises de documentos foram os principais métodos utilizados, apoiados por registros fotográficos e de cunho pessoal. O texto se propõe a apresentar a realidade cotidiana vivenciada pela comunidade, sob a perspectiva do pesquisador, problematizando aspectos cruciais para a melhor compreensão da realidade local e das dinâmicas entre as sociedades indígena e não-indígena no Brasil.

Racismo, endorracismo y xenofobia en Iberoamerica

Casi dos años han pasado desde la firma de los acuerdos de Paz de la Habana en los que la guerrilla de las Farc y el Estado colombiano decidieron poner fin a más de seis décadas de confrontaciones militares. Y a pesar de que las cifras de violencia relacionada al conflicto han disminuido ostensiblemente, los índices de violencia sectorizada hacia campesinos, afrodescendientes e Indígenas que defienden otras formas de desarrollo han aumentado de forma alarmante. En este artículo se pretende analizar cuáles son las causas que hay tras estos crímenes, utilizando diversas fuentes de organizaciones no gubernamentales, del Estado y sobre todo testimonios de líderes afrodescendientes recogidos en 2014 durante una protesta realizada por mujeres afrodescendientes en Bogotá. También se analiza la narrativa utilizada desde el poder que los estigmatiza como enemigos del desarrollo y se describe cómo ésta tiene efectos peligrosos porque termina justificando estos crímenes ya que este discurso tiene efectos racializantes.

Racismo, endorracismo y xenofobia en Iberoamerica

Las representaciones respecto a los pueblos indígenas Tagaeri-Taromenane, como pueblos en ‘aislamiento voluntario’ median las relaciones sociales y permiten la fijación y la objetificación de sus identidades. Al imponer fronteras y crear mapas dentro del Parque Nacional Yasuní (PNY), el Estado ecuatoriano ha hecho uso de un poderoso instrumento de poder-saber para desplazar, invisibilizar e inclusive desaparecer por completo a estos pueblos. Por un lado, la monocultura espacio-temporal hegemónica fundamentada en concepciones racistas ha sustentado la expansión de las fronteras petroleras hacia territorios considerados como “vacíos”.  Por otro lado, en el marco de la defensa territorial, los mismos espacios son reivindicados como de posesión ancestral por diversos pueblos. En este artículo queremos cuestionar la vigencia del racismo impregnado en el modelo de desarrollo extractivista desenvuelto en Ecuador, al mismo tiempo que proponemos el reconocimiento de las diferentes formas de ser y habitar en el Sur global.