Encuentro e Intercambio Campesino e Indígena en Cherán K’eri

Es importante cuestionar la fractura metabólica que nos desconecta del campo y paralelamente contribuir al fortalecimiento de circuitos cortos de comercialización que vinculen directamente a los consumidores con las redes alimentarias campesinas.

Encuentro e intercambio campesino e indigena - 11

Uno de los mitos de la teleología del crecimiento verde es que la agricultura campesina sigue siendo un rezago que hay que superar con el uso de paquetes tecnológicos y de OGM’s (organismos genéticamente modificados) para la agricultura industrial, basada en monocultivos y cadenas agroindustriales, ya que sólo mediante la intensificación productiva y mecanizada a gran escala se podrá cubrir la seguridad alimentaria mundial. Por el contrario, muchos autores, desde la economía política agraria y los estudios críticos del desarrollo rural (McMichael 2016; VanderPloeg, 2012; Concheiro, Robles, 2014), el ecofeminismo (Mies, Shiva, 2014); la agroecología (Altieri, et. al. 2012), o la economía ecológica (Barkin, et. al. 2009); así como diferentes organizaciones nacionales e internacionales como  La Vía Campesina, Grupo ETC, […]

Los inicios de la educación indígena en Chile

La escuela fue percibida por ellos como un lugar extraño que les entregaba una cultura ajena, en donde los estudiantes no se veían reflejados. Fue un espacio que ignoró y rechazó sus aportes.

Educación indígena en Chile

El territorio chileno está habitado por diversas culturas, etnias y lenguas, las que han sido invisibilizadas a través del tiempo por un Estado que ha validado al castellano como idioma oficial y la versión de la historia desde el punto de vista chileno. Haciendo una revisión histórica, durante el período colonial la educación estaba en manos de las misiones religiosas, que se preocupaban de dar instrucción a los indígenas de encomienda, prisioneros y yanaconas. Los hijos de lonkos (jefes) en territorio Mapuche también recibían formación, asistiendo algunos al Colegio de Naturales de Chillán, el que funcionó hasta 1811. Al independizarse de la Monarquía española el límite austral de Chile estaba en el río Biobío, que fijaba la frontera con el […]

Povos indígenas do Brasil reagem aos ataques do novo governo

Basta uma olhada nos aplicativos “Google Maps e Google Earth” e imediatamente pode-se perceber que onde tem comunidade indígena tem proteção e a floresta vibra. Onde tem usina ou fazenda, a vida míngua.

Povos indígenas do Brasil

Os ataques do novo governo aos povos indígenas, e a mudança administrativa que joga para a pasta da Agricultura a responsabilidade sobre a demarcação das terras originárias já estão provocando reação imediata das comunidades organizadas e autônomas que sobrevivem e lutam no território nacional. Passados mais de 500 anos da invasão e uma sistemática política de extermínio ainda resistem 305 etnias que ocupam pouco mais de 12% do território brasileiro. A maior parte, quase 90%, fica na Amazônia, um espaço de exuberante floresta no qual as comunidades ainda podem viver segundo sua cultura e, de quebra, garantir a preservação de um bioma que é fundamental não apenas para o Brasil, mas para todo o planeta.  Basta uma olhada nos aplicativos […]

Ministério da Agricultura regulará demarcação de terras indígenas

Durante vários anos a bancada ruralista tentou tirar a decisão sobre demarcação da mão do presidente da República, buscando passar para o Congresso, onde tinha maioria, mas não obteve sucesso.

Demarcação de terras indigenas

Uma das primeiras medidas provisórias do novo governo (MP 870) foi passar a competência de regularização das terras Indígenas e Quilombolas para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento. A ministra da pasta é Tereza Cristina,  engenheira agrônoma que estava deputada federal pelo DEM/MS e era líder da Bancada Ruralista no Congresso. Também foi defensora da lei que flexibiliza o uso de agrotóxicos, o que significa mais venenos na mesa dos brasileiros. Em tese, essa MP significa um duro golpe para as comunidades tradicionais, pois desde há tempos que o agronegócio quer se apropriar das terras que estão nas mãos dos povos originários e dos remanescentes dos quilombos. São terras ricas em fertilidade, em fármacos e em minerais. Agora, na […]

Las personas y la autonomia

Los Uru Chipaya son un pueblo boliviano indígena, inicialmente nativo de la zona del lago Titikaka, migrado sucesivamente a sur, hacia la zona que se encuentra actualmente entre Oruro y el confín boliviano con el Chile a causa de conflictos con muchos otros pueblos cómo los Aymara, los Quechuas y los invasores españoles. Es una población en la qual sobrevive una identidad cultura particular y auténtica, para el hecho de tener supuestamente orígenes antiquísimos, ya que según algunos estudios estarían directamente conectados con los primeros migrantes asiáticos que, atravesando el estrecho de Béring, habitaron Sudamérica.

Terras Indígenas Xavante

Este artigo apresenta um relato de experiência de cunho etnográfico sobre a vivência junto ao povo indígena Xavante da Aldeia Daritidzé, Terra Indígena Parabubure, Mato Grosso, Brasil. O objetivo principal foi relatar o cotidiano das relações abrangendo aspectos como sociabilidades, alimentação e cultura, saúde, educação e a relação com a sociedade não-indígena do entorno. Observação participante, entrevistas e análises de documentos foram os principais métodos utilizados, apoiados por registros fotográficos e de cunho pessoal. O texto se propõe a apresentar a realidade cotidiana vivenciada pela comunidade, sob a perspectiva do pesquisador, problematizando aspectos cruciais para a melhor compreensão da realidade local e das dinâmicas entre as sociedades indígena e não-indígena no Brasil.