No hay democracia sin disenso con las instituciones

La educación formal, no formal e informal en nuestro país está diseñada para evitar el disenso, la confrontación de ideas, la creatividad; en otras palabras, para no pensar por cuenta propia.

“Perseo se envolvía en una capa de niebla para perseguir a los monstruos. Nosotros nos tapamos con nuestro embozo de niebla los oídos y los ojos para no ver ni oír las monstruosidades y poder negarlas”1Karl Marx, El capital, Tomo I, Buenos Aires, Cartago, 1956, p. 6. En plena época del sucursalismo intelectual2Sucursal quiere decir agencia u oficina que depende de otra que es la central. Intelectual es alguien que dedica parte de su tiempo vital a pensar los problemas de la realidad para buscar posibles soluciones. Uniendo ambas definiciones, sucursalismo intelectual significa pensamiento que depende de otro que es considerado el central. La frase sucursalismo, según Enrique Dussel, lo escuchó al filósofo uruguayo Carlos Pereda, quien la usa para […]

O ensino e a orientação para o plágio e a auto-citação na academia

Sobre a publicação científica no Brasil

Uma ou duas vezes por mês eu sou convidado para emitir pareceres sobre textos de terceiros para revistas científicas. Faço isso desde quando conclui um mestrado. Inicialmente era feito apenas em revistas de graduação, mas posteriormente passei a receber pedidos de outras revistas. No começo eram apenas na área de antropologia, porém depois apareceram pedidos de revistas de direito, educação, história e sociologia. Normalmente são textos que cruzam a área de origem com certa bibliografia que é categorizada como antropológica. Em alguns casos eu recusei a possibilidade de emitir um parecer por óbvia incapacidade. Faz algum tempo – não sei (diria que não quero) precisar quanto, eu fui convidado para emitir um parecer para uma revista, daquelas que só aceitam […]

Más allá de las palabras

Los libros son pequeños universos en donde a veces nos perdemos.

Algunos de los recuerdos más poderosos de mi infancia tienen que ver con libros. Nací en una casa en donde abundaban y de padres cuyas preocupaciones, muy alejadas del contenido de las lecturas de sus hijas, nos daban total libertad; por eso, quizá, pude encontrarme con autores como Dostoievski a una edad ridículamente corta. Por eso también me adentré en un mundo fantástico en donde –aun sin comprenderlo- tuve contacto íntimo con las infinitas rutas del lenguaje, una aventura capaz de marcar mi vida para siempre. Los libros me han acompañado desde entonces y tengo algunos tan antiguos como para deshacerse entre mis manos; pero son tesoros capaces de cambiar no solo un estado de ánimo, sino también una perspectiva […]

“Los dolores que quedan son las libertades que faltan”: A Conferência Regional de Educação Superior e o centenário do Movimento de Córdoba. Princípios para a internacionalização das universidades públicas latino-americanas?

Os cem anos da Reforma Universitária de Córdoba, movimento político, social e cultural que ecoou, de diferentes formas, nas universidades públicas da América Latina, vem nos recordar da função social dessas instituições e nos despertar para princípios a serem considerados em seus processos de internacionalização.

Como narrativa política hegemônica, a internacionalização da educação superior tem sido projetada como bem incondicional; via para a “excelência universitária” e caminho inequívoco a ser percorrido por aqueles que almejarem incluir-se à “economia do conhecimento”. Em contraponto a essa narrativa – que em grande medida se desenvolve distanciada das discussões sobre os riscos que o excesso de racionalidade econômica tem provocado no setor e na sociedade em geral – diversos estudos explicitam problemas políticos e éticos atrelados à ressignificação dada às relações internacionais acadêmicas e universitárias contemporâneas. O argumento central é de que a recente ênfase na internacionalização1Cabe, aqui, uma breve distinção entre a ideia reducionista de internacionalização projetada pelos organismos internacionais e acriticamente aceita por governos, instituições e estudiosos […]

Apoya la escuela de formación feminista antirracista y descolonial con jóvenes afrodescendientes, República Dominicana, 2018

Cada año participan entre 25 y 30 niñas, niños, adolescentes y jóvenes afrodescendientes comunitarios.

El Grupo Latinoamericano de Formación y Acción Feminista -GLEFAS- un colectivo feminista antirracista y descolonial dedicado a la formación y al activismo en diferentes países de América Latina y El Caribe; y Kalalú Danza, Centro de Investigación y Formación en Artes Escénicas Afroantillanas, dedicado a conservar y revalorar el legado ancestral africano a través de la danza, invitan a apoyar la ESCUELA DE FORMACIÓN FEMINISTA ANTIRRACISTA Y DESCOLONIAL (EFD), un proceso formativo de educación política desde metodologías de la educación popular y la animación socio-cultural con adolescentes y jóvenes afrodescendientes comunitarixs. Con la Escuela se busca reforzar la identidad afrocaribeña y que las/os adolescentes y jovenes puedan analizar las violencias racistas, sexistas y clasistas de las que son objeto para entenderlas […]

“Global citizens wanted” (II): confrontando o discurso dominante sobre a internacionalização do currículo na educação superior

Para os situados “deste lado” da linha abissal, mais relevante do que a “internacionalização do currículo” é a “decolonização do currículo”.

No último texto, tratamos de como a noção de “cidadania global” enfatizada pelo discurso hegemônico sobre internacionalização do currículo na educação superior se refere a um construto naturalizado da modernidade/colonialidade, que só pode existir por vias da degradação ontológica e epistêmica do “outro”; de seu desaparecimento como realidade. Dado o histórico desmantelamento do sistema de referências da sociedade colonizada, que passa a ser descrita como uma sociedade sem valores, o Sul Global emerge no contexto de internacionalização como um espaço que demanda desenvolvimento e serviços e a serem supridos pelo Norte, com uma população cujas aspirações de “ser alguém”, “tornar-se um cidadão global” são valorizadas por aqueles capazes de “proporcionar” tais feitos. A ênfase nesse discurso tem relação íntima com […]