prohibicionismo de las drogas

La producción, distribución y consumo de drogas, psicotrópicos o estupefacientes a lo largo de la historia en los últimos siete mil años, ha estado siempre presente en diferentes comunidades humanas a lo largo de la era del Antropoceno. De ahí que su aparición sea justamente con las grandes civilizaciones, como en Mesopotamia por ejemplo, a través del consumo de opio de los sumerios desde el 5.000 A.C, el consumo de peyote de los Mayas hace 4.000 A.C, el consumo de alcohol en Egipto en el 3.500 A.C. o el consumo de Té en China el 3.000 A.C. En consecuencia, la aparición de las drogas coincide históricamente con las bases antropocéntricas y patriarcales de las grandes civilizaciones neolíticas, las cuales se […]

redes de intercambio estudiantil - Isamar 2

El trabajo que integra las acciones de cooperación internacional se canaliza fundamentalmente para contribuir a los objetivos del movimiento de internacionalización que se produce en las Universidades en el mundo. Detrás de estas actividades existe una compleja trama de redes constituida por organismos internacionales y agencias de países, dispuestas a colaborar para la recuperación de los niveles de investigación y de recursos humanos calificados.

Terras Indígenas Xavante

Este artigo apresenta um relato de experiência de cunho etnográfico sobre a vivência junto ao povo indígena Xavante da Aldeia Daritidzé, Terra Indígena Parabubure, Mato Grosso, Brasil. O objetivo principal foi relatar o cotidiano das relações abrangendo aspectos como sociabilidades, alimentação e cultura, saúde, educação e a relação com a sociedade não-indígena do entorno. Observação participante, entrevistas e análises de documentos foram os principais métodos utilizados, apoiados por registros fotográficos e de cunho pessoal. O texto se propõe a apresentar a realidade cotidiana vivenciada pela comunidade, sob a perspectiva do pesquisador, problematizando aspectos cruciais para a melhor compreensão da realidade local e das dinâmicas entre as sociedades indígena e não-indígena no Brasil.

antropologia fenomenológica argentina em ação

O texto está dedicado à construção e à reprodução do objeto antropológico clássico, as modalidades de seu retorno como exigências de exotização do outro que são promovidas pelas relações de hegemonia.

proteger de um antropólogo

Eu trago hoje, um texto que não é meu. Como eu fiz, um par de anos atrás ao trazer um texto da Kerexu sobre o 7 de setembro, eu trago agora uma tradução de um texto de Maximilian Forte sobre os cuidados que indígenas (e não apenas eles!) devem ter com todo tipo de antropólogos que os procurarem. A inspiração pela disseminação da tradução é antiga, mas cresceu após ler o último texto de Elaine Tavares, aqui na IS sobre os interesses que o Estado tem nas terras tradicionais indígenas e para nos lembrar que o diabo descerá à terra na semana que vem. Elaine Tavares também já havia mencionado a Kerexu aqui na IS ao comentar os absurdos que ocorrem […]

Breve reflexão sobre a variedade de percepção do uso sobre quem é, e como nos identificamos com os parentes.