“Los dolores que quedan son las libertades que faltan”: A Conferência Regional de Educação Superior e o centenário do Movimento de Córdoba. Princípios para a internacionalização das universidades públicas latino-americanas?

Os cem anos da Reforma Universitária de Córdoba, movimento político, social e cultural que ecoou, de diferentes formas, nas universidades públicas da América Latina, vem nos recordar da função social dessas instituições e nos despertar para princípios a serem considerados em seus processos de internacionalização.

Como narrativa política hegemônica, a internacionalização da educação superior tem sido projetada como bem incondicional; via para a “excelência universitária” e caminho inequívoco a ser percorrido por aqueles que almejarem incluir-se à “economia do conhecimento”. Em contraponto a essa narrativa – que em grande medida se desenvolve distanciada das discussões sobre os riscos que o excesso de racionalidade econômica tem provocado no setor e na sociedade em geral – diversos estudos explicitam problemas políticos e éticos atrelados à ressignificação dada às relações internacionais acadêmicas e universitárias contemporâneas. O argumento central é de que a recente ênfase na internacionalização1Cabe, aqui, uma breve distinção entre a ideia reducionista de internacionalização projetada pelos organismos internacionais e acriticamente aceita por governos, instituições e estudiosos […]

Machismo en la Academia

En un contexto académico, este trance se explica, además, por la imposibilidad de conciliar el empoderamiento intelectual con la pasividad ante testimonios de injusticia y desigualdad.

Veintitrés universidades chilenas se encuentran en tomas feministas y otras quince están en paro, exigiendo cambios a la actual cultura universitaria. En ellas se repiten exigencias como la eliminación de brechas salariales entre funcionarios y funcionarias, educación para la Igualdad de género a la comunidad universitaria, el reconocimiento formal de la identidad de género de las personas y un replanteamiento de los modelos y contenidos enseñados, que actualmente reproducen la desigualdad de género.

La participación cada vez más fuerte de mujeres en la sociedad ha empezado, desde hace unas décadas, a generar disonancias y contradicciones debido a la incompatibilidad entre los roles femeninos tradicionales y las exigencias laborales en un mundo cada vez más competitivo. En un contexto académico, este trance se explica, además, por la imposibilidad de conciliar el empoderamiento intelectual con la pasividad ante testimonios de injusticia y desigualdad.

“Global citizens wanted” (II): confrontando o discurso dominante sobre a internacionalização do currículo na educação superior

Para os situados “deste lado” da linha abissal, mais relevante do que a “internacionalização do currículo” é a “decolonização do currículo”.

No último texto, tratamos de como a noção de “cidadania global” enfatizada pelo discurso hegemônico sobre internacionalização do currículo na educação superior se refere a um construto naturalizado da modernidade/colonialidade, que só pode existir por vias da degradação ontológica e epistêmica do “outro”; de seu desaparecimento como realidade. Dado o histórico desmantelamento do sistema de referências da sociedade colonizada, que passa a ser descrita como uma sociedade sem valores, o Sul Global emerge no contexto de internacionalização como um espaço que demanda desenvolvimento e serviços e a serem supridos pelo Norte, com uma população cujas aspirações de “ser alguém”, “tornar-se um cidadão global” são valorizadas por aqueles capazes de “proporcionar” tais feitos. A ênfase nesse discurso tem relação íntima com […]

“Global citizens wanted” (I): cidadania global como construto do imaginário moderno/colonial da internacionalização do currículo

Para que o cidadão global exista, o “outro” – cidadão não-global, sujeito sujeitado, menos racional e humanamente inferior – também precisa existir.

Em tempos de expansão e consolidação de um mercado mundial para a educação superior, a proliferação de rótulos, classificações e indicadores para fazer referência às tendências transnacionais no ensino e na pesquisa significa mais do que um exercício de tautologia ou tentativa imparcial de organização de um campo de estudo. Na ótica do capitalismo acadêmico, expressa a criação de novos “produtos” e “serviços”, construtos destinados a transformar-se em aspirações e atuar no imaginário daqueles que compram. No plano da experiência imediata, o colonizado, que viu o mundo moderno penetrar até os cantos mais remotos da mata, toma uma consciência muito aguda daquilo que ele não possui (Frantz Fanon – Os condenados da terra). Entre as tendências mais recentes no discurso […]

¿La universidad de lxs universitarixs o la universidad-pueblo?

Debate entre dos sectores estudiantiles de la UNAM.

En los últimos años  en la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), se han presentado una serie de medidas en torno a los problemas que aquejan el desarrollo integral de sus funciones, dichas medidas se han fundamentado en una estrategia impulsada desde la Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior, (ANUIES), y donde se sintetizan una serie de medidas propuestas en el sexenio de Felipe Calderón Hinojosa(2006-2012), el cual promovió la llamada guerra contra el narcotráfico.

Las Universidades como simulacro de conocimiento

Entrevista a Jesús G. Maestro.

Tenemos la oportunidad de presentar una entrevista con Jesús G. Maestro, profesor titular de Teoría de la Literatura y Literatura Comparada en la Universidad de Vigo. Conversamos con él sobre las relaciones entre Conocimiento, Universidad y Ciencia a través de su dilatada experiencia, de más de 20 años en la Universidad, y su estilo refinado y directo en el uso de la palabra. Una excelente conversación sin filtros políticamente correctos. Iberoamérica Social: La Universidad siempre se ha considerado, entre otras cosas, un espacio para la difusión y el desarrollo del conocimiento. Desde una perspectiva general, ¿qué relación considera que mantiene actualmente el conocimiento con la Universidad? Jesús G. Maestro: En líneas generales, la relación entre Universidad y Conocimiento es una […]