Contra o Racismo: Somos Todas e Todos Ananda!!!!!

Para Fanon podemos nos reconhecer a nós mesmos com a restauração do mundo do Tu e a construção do mundo da Outra/do Outro. Que assim o seja!

Contra o Racismo - Ananda

¿Escucharon? Es el sonido de su mundo derrumbándose… el del nuestro resurgiendo. Subcomandante Marcos (diciembre 2012) “(…) los zapatistas, en cambio, hablan del “derrumbe” del mundo dominante y el “resurgimiento de nuestro”, el mundo desde abajo “muy otro” en sentido y razón.» (Walsh, 2013, 24).   Julho de 2019. Santa Bárbara do Oeste, Brasil. Motorista de aplicativo de celular nega corrida a passageira. Trata-se da passageira Ananda Santos Rocha que tem como ofício o trabalho de cozinheira e aos 23 anos narra ter feito uma chamada pelo aplicativo 99 para um transporte do Jardim São Francisco, onde trabalha, até sua casa no bairro São Joaquim (distante da área central). O problema exposto por Ananda é que o motorista teria se […]

Os deslocamentos da força feminina não-branca e branca e suas expressões

Todavia, essa ontologia dualista que separa o humano do não-humano; a natureza de cultura; indivíduo da comunidade; “nós” de “eles;” mente de corpo; razão e emoção.

Portada Abada Capoeira

O tema deste artigo trata do feminino no Abada Capoeira no Brasil. A justificativa se expressa pela necessidade de se pensar novas maneiras de abraçar as relações entre homens e mulheres não-brancos e brancos, ou seja, a descolonização do ser e do saber. A pergunta disparadora que deu origem às ideias nesse artigo encabeça a discussão sobre equidade social entre o feminino e masculino não-brancos e brancos. O objetivo é apresentar e discutir, teoricamente, a participação de coletivos de mulheres não-brancas e brancas na escola Abada Capoeira. Tem o intuito de ouvir essas mulheres de modo que se estabeleça uma conexão entre teoria e vida real com a finalidade de modificar a cultura androcêntrica hegemônica moderna. É uma pesquisa qualitativa, […]

Deusa primitiva

O que significa viver no mundo? O que é o mundo? Por que ele é supostamente redondo? Por que não é assimétrico, triangular ou como uma figura geométrica qualquer? Seria porque ele carrega consigo um sentido de finalização apoteótica que deifica a alegria de viver, exalta o foco em alguma coisa, louva as sensibilidades, celebra a transitoriedade da existência humana e glorifica a inspiração de um certo equilíbrio? Diz-se de um certo equilíbrio porque hipoteticamente existe a necessidade da desarrumação para sua posterior arrumação. Do bagunçar para organizar. Do perder-se espacialmente para encontrar a própria geografia no Mundo. Para desfocar-se totalmente, e ainda assim, instantaneamente concentrar-se. E o que seriam os tais fenômenos mundanos? Seriam sorte grande, pequena ou/e apenas […]