Redes de nosotros mismos. Una reflexión sobre la corporalidad de las redes sociales

Hemos perdido una parte de nosotros mismos. Hemos hipervinculizado una fuerte necesidad de estar solos y creer que es algo naturalizado con nuestra practica “social”.

¿Qué es lo que realmente hemos permitido en las redes sociales? Muchos lo ven como un acto de libertad, como una cosa huera, un pasatiempo. Pero en realidad muchos dependemos de extensiones de nosotros mismos para sentirnos completos. Cosas que son ajenas a nosotros mismos han pasado a ser uno mismo. Acaso hemos reemplazado rápidamente adminículos sin importancia por relaciones reales las cuales eran imperante en el siglo XX y ahora, exactamente ahora lo que nos ha conectado ha puesto en jaque las relaciones con los otros. Se debe resaltar primero si podemos prescindir lo que actualmente somos como personas para ser otras personas. ¿Existe realmente una alternativa a lo vigente? Nuestras relaciones con los demás realmente se han multiplicado […]

Comunicação: o uatizapi, sozinho, não muda o mundo

O fato é que existem empresas especializadas em fabricar mentiras, existem empresas que roubam os dados disponibilizados nas redes sociais e existem empresas cujo trabalho é disparar mensagens para todos esses dados roubados e/ou comprados.

Teórico da comunicação, o canadense Marshall MacLuhan tem vindo à baila de novo, com seu determinismo tecnológico, pois em função das novas tecnologias que estão transformando o mundo muitos estudiosos da comunicação têm revisitado suas teses. Ele escreveu um livro em 1964 que trazia para o debate a questão dos meios de comunicação, sendo esses meios apresentados como a própria mensagem. Segundo ele o meio no qual a comunicação é propagada acaba sendo ele mesmo um instrumento importante de mudança das relações sociais. Um exemplo usado foi o da estrada de ferro. Sua disseminação, ligando os lugares, diminuindo o tempo para a chegada de uma carta, por exemplo, acabou extrapolando seu sentido de comunicação e alterando a vida das gentes […]

As novas tecnologias, as notícias falsas e o jornalismo

Assim, o tema das redes e das notícias falsas na verdade é só mais uma cortina de fumaça para não atacar o verdadeiro problema que é justamente o capitalismo realmente existente, que para se manter como modo de produção precisa manter a ideologia que o sustenta em constante movimento.

As novas tecnologias e a criação das redes sociais colocaram uma novidade na vida cotidiana de bilhões de pessoas: o acesso rápido às informações e também a possibilidade de produzi-las e distribuí-las. Assim, o que era até bem pouco tempo quase que exclusividade dos jornalistas ou formadores de opinião ligados aos meios de comunicação, passou a ser comum para qualquer pessoa no planeta que tenha acesso à rede mundial de computadores. Mas, o que parecia ser uma vitória da democracia tem mostrado que, no sistema capitalista de produção, nada mais é do que mais do mesmo. Isso porque nos últimos tempos o que se percebeu foi que as informações que circulam na internet também estão dentro da forma-mercadoria geradora de […]

Los afrodescendientes y las redes sociales

El racismo genera inseguridad, temor a ser escrutado y discriminado, dificultades para relacionarse, ansiedad, aislamiento, baja autoestima, vergüenza étnica y estética, entre otros efectos psicosociales.

El racismo existe y persiste en nuestras sociedades contemporáneas y, aunque este siempre está presente de forma latente, con frecuencia tiene periódicos y significativos repuntes; es decir, periódicamente se intensifica o profundiza ante algún episodio detonante como lo puede ser el éxito de algún afrodescendiente, que personas pertenecientes a este grupo social alcancen posiciones de poder o notoriedad pública y mediática, pero también la emergencia, organización o reagrupación de movimientos sociales e iniciativas en pro de los derechos de esta población. Pero esta forma de discriminación racial no es inofensiva, por el contrario, el racismo tiene efectos que afectan a largo plazo a quienes lo experimentan. El escritor James Baldwin afirmaba que: “Ser negro en este país y ser relativamente […]

Direito à comunicação e à informação veraz? Não no capitalismo

Quase como uma lavagem cerebral. A informação vai passando como uma dose a mais de droga, mas nunca é suficiente.

Uma coisa precisa ficar muito clara. No modo capitalista de produção não há espaço para o direito à comunicação das gentes. Desde que se consolidou, esse sistema busca, na comunicação massificada, apenas uma forma de manipular as informações e formar consciências mansas para a dominação e capazes de consumir as mercadorias desnecessárias que o sistema produz. Lá nos albores do capitalismo o escritor francês Honoré de Balzac, no seu livro Ilusões Perdidas, descreveu muito bem o papel da imprensa, como um espaço de mentiras e de destruição, não apenas da informação em si, mas do próprio jornalista. Naqueles dias, era o jornal o veículo que cumpria a função de informar e, ainda que a alfabetização fosse coisa para poucos, as […]

La (no) disolución de (ciber)fronteras

Es una cuestión básica: la filosofía social de un tejido en red diluye la posibilidad de implementación de fronteras.

La infraestructura técnica del ciberespacio superó el obsoleto concepto de fronteras nacionales. Es una cuestión básica: la filosofía social de un tejido en red diluye la posibilidad de implementación de fronteras.