El Caribe portugués: sobre políticas imperiales, redes planetarias y la presencia de portugueses en el Caribe durante el gobierno de Felipe III (1598-1621)

El Caribe hispano representó desde los inicios del proceso colonial un espacio de intensa circulación y traslado de personas de origen europeo. Entre estos agentes migrantes, desde los primeros tiempos de la conquista, resulta posible identificar individuos sindicados como pertenecientes a la nación portuguesa. Al inicio del siglo XVII, durante el reinado de Felipe III, el Caribe al igual que otros espacios imperiales hispanos se ve poblado de mercaderes y otros individuos lusitanos en una cantidad tal que llegaba a activar las alarmas en la lejana administración imperial.

El proyecto del brigadier Francisco de Cabanes para navegar el río Tajo mediante embarcaciones a vapor (1828)

La centuria de 1800 trajo consigo importantes cambios para España en cuanto a los diversos ámbitos político, social, financiero e incluso demográfico, pero también en lo concerniente a la modernización de sectores clave para el comercio y el crecimiento económico, como el sector naval, gracias a los avances tecnológicos de la Primera Revolución Industrial. En esta línea nos vamos a encontrar con proyectos de navegabilidad fluvial y de construcción de nuevos canales para adaptarlos a la navegación a vapor. Entre estos proyectos destaca el del brigadier español Francisco Javier de Cabanes, quien ideó con todo tipo de detalle, la ampliación del río Tajo desde Aranjuez hasta Lisboa para el transporte de pasajeros y mercancías en barcos de hierro y a vapor. Un proyecto cuyos objetivos fueron mejorar  las comunicaciones internas de la Península Ibérica, y que no se dependiera tanto económicamente del comercio ultramarino, dadas las revoluciones independentistas que comenzaban a surgir en las colonias americanas y que amenazaban con dejar a la metrópoli sin su exclusivo flujo comercial.

Turismo e desenvolvimento comunitário: notas de reflexão

Qual o futuro para as aldeias e demais zonas rurais?

Estive recentemente num congresso onde se discutiam as relações entre o turismo e a cultura e, se cheguei com muitas dúvidas e desejoso de aprender o significado dos conceitos propostos para discussão, parti com maior perplexidade. Eu, que tenho trabalhado regularmente em torno da cultura popular e na análise dos discursos de menorização das práticas populares e do povo enquanto massa produtora de significados, tenho me apercebido que se tem tentado tratar o povo como alegoria e apêndice amovível que se coloca ou retira de acordo com as circunstâncias: se o povo reivindica o aumento de salário e a melhoria das condições de vida, está a ser manipulado por interesses que não são os seus; se o povo se cala e canaliza nas […]

Motoristas de UBER e de táxis em Lisboa

Em Portugal discute-se sobre a proibição e a regularização do UBER, devido as reclamações de motoristas de taxis, seguindo ordens explícitas de seus patrões. Foram 13 mil taxis em “paralização”, em uma “guerra” declarada ao UBER em 10 de outubro, por exemplo. Quando uns quantos cercaram o acesso principal ao aeroporto de Lisboa impedindo outros (raros) taxistas de lá chegar. Foi curioso que passados poucos minutos sem taxis em funcionamento os próprios usuários começam a sacar telefones celulares, e usando a rede wi-fi do aeroporto, iniciam chamadas por motoristas particulares via um aplicativo móvel. O aplicativo se chama UBER. Em conversa com alguns motoristas de UBER, fui informado que “o grosso” deles são brasileiros em situação temporário-irregular em Portugal. Situação […]