Cuba y el tabú de las izquierdas

Lo que se trata es de acompañar el proceso cubano de manera crítica, sin caer en retóricas binarias y simplistas, que sólo terminan beneficiando a los poderes existentes, ya sea de la partidocracia cubana como del imperialismo estadounidense

A propósito de las recientes protestas en Cuba, en la cual el gobierno de Miguel Díaz-Canel ha hecho un llamado explícito a sus partidarios a salir a las calles a enfrentar a los manifestantes, se ha abierto una nueva oportunidad para posicionarse críticamente sobre lo que ocurre en la isla, más allá de las posturas reduccionistas clásicas, que siguen reproduciendo esquemas políticos binarios,  que le hacen un flaco favor a la posibilidad de pensar alternativas y salidas transformadoras a la crisis actual. Una crisis que ha sido agravada por las consecuencias de la  pandemia, en donde el turismo ha sido afectado considerablemente, lo que económicamente es dramático, ya que ese sector aporta el 10% del PIB y el 11% del […]

Cuba vive dias de protestos

O massacre contra Cuba inicia uma nova versão: a chamada guerra híbrida, provocada desde as redes sociais, insuflando o protesto da população. Neste final de semana várias cidades cubanas registraram manifestações, muitas delas puxadas por gente com a bandeira dos Estados Unidos.

O massacre contra Cuba inicia uma nova versão: a chamada guerra híbrida, provocada desde as redes sociais, insuflando o protesto da população. Neste final de semana várias cidades cubanas registraram manifestações, muitas delas puxadas por gente com a bandeira dos Estados Unidos. Nenhuma novidade até aí. É sabido que os EUA mantém todo um programa de comunicação contra a revolução desde Miami, com emissoras de rádio e de televisão transmitindo direto para Cuba, apontando as maravilhas do capitalismo. As mensagens apontam o comunismo como um regime totalitário e clamam por “liberdade e democracia”, as duas palavrinhas mágicas usadas para derrubar governos em todo mundo. Agora, com o advento da internet, a comunicação ficou ainda mais violenta e se dirige principalmente […]

A elementar história do comum

A forma massiva e a continuidade das narrativas reproduzidas e pré-prontas aparentam que nos resta terceirizar os processos de enunciação.

La Bendita Manía de Contar

Fomos fadados a criar mundos externos e internos que são resultados de leituras particulares sobre a vida. Não só fazer parte dela, mas também se torna uma constituição prévia de existência: Contar para existir. Ao passar os olhos, ao ter contato e ao intercambiar novas histórias – ora afirmando o novo, ora potencializando o passado, ou ainda mesclando todos os tempos possíveis – temos práticas que se relacionam com esse mesmo dom que estrutura vivência, criticidade e criatividade. O hábito de contar e ouvir histórias também pode ser traduzido como memória social, ou como uma ambientação de certos códigos e costumes. Contar é jogo de interesse compartido. Ganhar e perder entre os ensaios que narradorxs e ouvintes testam a sua […]

As mudanças na Constituição cubana

É um tempo novo. A conjuntura é totalmente outra.

Constituição cubana

O povo cubano, que resiste há quase 60 anos aos ataques sistemáticos dos Estados Unidos contra sua soberania e contra o seu direito de se organizar conforme os ditames estabelecidos por uma revolução vitoriosa, participará de grandes debates sobre as mudanças na Constituição. Porque em Cuba a democracia não é igual a democracia burguesa, na qual o povo só é chamado para votar de quatro anos. Lá, antes de votar qualquer grande tema nacional, as comunidades, os movimentos sociais, os grupos organizados, estudam e debatem profundamente as propostas. Pois assim será com a Constituição. Primeiro, foi criado um grupo de trabalho na Assembleia Nacional para apresentar um anteprojeto. Esse documento já está pronto e agora será levado para o debate […]

Sociedad, energía y recursos naturales: Cuba y el ese otro legado de Fidel

Lo asombroso del caso, es que Cuba, siendo una isla sin prácticamente recursos no renovables, ha logrado lo que otros, que si tienen recursos (sobre todo no renovables), no han logrado.

Fidel Castro

¿Es posible una sociedad diferente a la del consumismo, acumulación de capital y la cosificación del todo? ¿Es posible una sociedad de cooperación con el predominio del valor de uso? Estas y demás preguntas se plantean ante la realidad mundialmente conocida que es por un lado, la destrucción masiva y acelerada del medio natural (ecosistemas) y por otro, la continua procreación de pobreza, en parte, como consecuencia de lo primero. Por citar algunos, la destrucción de la Amazonia en Sudamérica por la construcción de grandes embalses (Fearnside, 2015) o la deforestación de selva tropical en Indonesia para plantaciones de palma africana; la (extrema) pobreza que se extiende y visualiza cada vez más en las ciudades del mundo como Lima, México […]

El caribe en el espacio atlántico, siglos XVI-XIX

La Constitución de Cádiz impulsó una nueva división política del territorio español en provincias. En la isla de Cuba, esta cuestión enfrentó a las élites locales del interior contra las élites y autoridades de La Habana, que ostentaban la hegemonía tradicional sobre todo el territorio. El cabildo de Puerto Príncipe, desobedeciendo el mandato del capitán general de la isla, aprovechó el contexto para impulsar sus reclamos de autonomía y convertirse en cabecera de una nueva provincia en el centro de la isla.