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Alessandra di Giorgi Chélest

Resumen

O artigo ora apresentado se remeterá ao audiovisual do período dos anos de 1980 que demonstram a atuação de guerra produzida pelo Estado chileno com o objetivo de manter a coerção das populações que já viviam sob o jugo da Ditadura pinochetista desde 1973. São imagens que mostram como viviam as populações chilenas em estado de guerra, vivenciando no cotidiano o teatro de operações desencadeadas pelo Estado, seja através dos interrogatórios, desaparecimentos forçados ou assassinatos, seja através da intimidação constante dos militares no cercamento aos bairros (denominados como zonas pela ditadura) com revistas minuciosas e fichamento às casas e às pessoas.


Longe de ser uma guerra beligerante quando se trata do enfrentamento entre estados, a guerra desenvolvida no Chile se refere à Doutrina de Guerra Contrarrevolucionária, calcada na Doutrina de Segurança Nacional, e lança mão do artifício do inimigo interno para colocar toda a população chilena, especialmente a mais empobrecida sob a mira do Estado que desenvolve ações persecutórias constantes. Embora os preceitos doutrinários já aparecessem na DSN, a prática da atuação e o desenvolvimento do modus operandi se deveu à compilação de dados e transmissão de experiência realizada pela França a diversos países do mundo.

Palabras clave: Ditadura Chilena, imagens de resistência, doutrina de guerra contrarrevolucionaria, Terror de Estado, inimigo interno.

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