El racismo y la colonialidad del sujeto: reflexiones desde el sur

El racismo y la xenofobia se nos presentan como dos marcos de (in)comprensión de la otredad que se sostienen por deshumanización, pero en esta relación ¿quiénes son realmente los despojados de su humanidad?

Racismo, endorracismo y xenofobia en Iberoamerica

La raza constituye el primer criterio para clasificar y distribuir a las poblaciones del mundo, a través de la creación de identidades históricas, provocando a su vez una división racial del trabajo. En este marco, los pueblos colonizados se convirtieron en razas inferiores, y en mano de obra barata y/o esclava para producir mercancías para el mercado mundial. Las formas de dominación colonial se erigieron como patrón global de poder capitalista, lo que Quijano apodó como colonialidad del poder (1992).

Situação das mulheres indígenas no Brasil

A violação aos seus direitos humanos as tem conduzido às mãos de homens corruptos que as seduzem por um prato de comida, por programas, promessas eventuais que confundem o universo feminino, pois tais mulheres têm origem numa cosmovisão, valores, tradições totalmente diferentes do mundo urbano, envolvente e masculino.

Mulheres indigenas no Brasil

Estávamos tod@s lá em 1988, no Congresso Nacional, pintadas como se fôssemos para a guerra. Passávamos pelos corredores, e vozes ecoavam e palmas batiam estridentes. Várias formas de bocas, dentes e sorrisos dirigiam-se a nós. Mulheres indígenas! Estávamos felizes porque construíamos a Constituinte de 1988, no Brasil. Nossos olhares ao futuro eram esperançosos para que nossos filhos e netos kaiapós, guaranis, Tikunas, Potiguaras, Terenas, Krenaks, Pataxós, e de muitas outras nações indígenas pudessem ter seus direitos humanos assegurados naquela Constituição tão bem redigida e uma das mais avançadas do mundo! Éramos estrelas naquele momento!