Racismo, migración y colonialismo interno: México frente a la implosión de las fronteras nacionales con el paso de la Caravana Migrante Centroamericana

Es necesario señalar que este fenómeno del colonialismo interno y de las prácticas racistas frente a l@s migrantes no es exclusivo de México, es algo que se está viviendo cada día de manera más profunda en toda América Latina.

Caravana Migrante Centroamericana

El 19 de octubre de 2018 los integrantes de la Caravana Migrante procedente de varios países de Centroamérica, principalmente de Honduras, rompieron literalmente el muro y la valla fronteriza que separa a Guatemala de México con el objetivo de llegar hasta la siguiente frontera con Estados Unidos e intentar pedir asilo en este país, dadas las profundas situaciones de precariedad económica, violencia y criminalización de las que vienen huyendo de sus lugares de origen.

Situação das mulheres indígenas no Brasil

A violação aos seus direitos humanos as tem conduzido às mãos de homens corruptos que as seduzem por um prato de comida, por programas, promessas eventuais que confundem o universo feminino, pois tais mulheres têm origem numa cosmovisão, valores, tradições totalmente diferentes do mundo urbano, envolvente e masculino.

Mulheres indigenas no Brasil

Estávamos tod@s lá em 1988, no Congresso Nacional, pintadas como se fôssemos para a guerra. Passávamos pelos corredores, e vozes ecoavam e palmas batiam estridentes. Várias formas de bocas, dentes e sorrisos dirigiam-se a nós. Mulheres indígenas! Estávamos felizes porque construíamos a Constituinte de 1988, no Brasil. Nossos olhares ao futuro eram esperançosos para que nossos filhos e netos kaiapós, guaranis, Tikunas, Potiguaras, Terenas, Krenaks, Pataxós, e de muitas outras nações indígenas pudessem ter seus direitos humanos assegurados naquela Constituição tão bem redigida e uma das mais avançadas do mundo! Éramos estrelas naquele momento!

La ofensiva golpista y la tímida respuesta de los movimientos populares en Brasil

Como otro capítulo infame de este proceso, el ex-presidente Lula fue encarcelado en abril de este año. Lula es definitivamente un preso político.

Movimientos populares en brasil

El monopolio golpista (medios hegemónicos, capital rentista, oligarquías territoriales y una casta judicial ávida de poder y distinción) desborda por todos lados los fundamentos y las perspectivas de una inserción soberana del país en el escenario global, destruyendo también las posibilidades para un desarrollo humano capaz de enfrentar las abismales desigualdades, las asimetrías que guardan estrechos vínculos con el brutal pasado esclavista.

A ofensiva golpista e a tímida resposta dos movimentos populares no Brasil

Como mais um capítulo infame deste processo, o ex-presidente Lula foi encarcerado em abril deste ano. Lula é definitivamente um preso político.

Movimientos populares en brasil

O Brasil vive sob o signo do golpismo e do estado de exceção desde que a presidente Dilma Rousseff foi destituída do posto em abril de 2016 numa manobra casuística, ilegítima e ilegal. O consórcio golpista (mídia hegemônica, capital rentista, oligarquias fundiárias e uma casta judiciária sequiosa de poder e distinção) solapa por todos os lados os fundamentos e as perspectivas de uma inserção soberana do país no cenário global, destruindo também as janelas para um desenvolvimento humano capaz de enfrentar as abissais desigualdades, assimetrias que guardam estreitos vínculos com o brutal passado escravocrata. Como mais um capítulo infame deste processo, o ex-presidente Lula foi encarcerado em abril deste ano. Lula é definitivamente um preso político. Foi levado ao cárcere […]

O Brasil, os caminhoneiros e a política

Das entranhas do país, pelas estradas carcomidas e perigosas que constituem a malha rodoviária do gigante brasileiro, homens e mulheres decidiram parar a circulação das mercadorias.

Greve caminhoneiros Brasil

Quando em 2013 a direita foi às ruas houve uma surpresa geral. Havia muito tempo que esse campo não travava batalhas no campo aberto. Sua tática, desde o golpe de 1964, era a das salas acarpetadas, dos acordinhos espúrios, da pressão via dinheiro. Mas, tampouco o país tivera na direção alguém identificado  com os trabalhadores.

NUESTRO MAYO FEMINISTA: ¡La Revolución será feminista (anticapitalista, anticolonialista) o no será!

El feminismo se enraíza en las luchas de mujeres por tumbar el patriarcado, pero también desde las disidencias sexuales y hoy en la construcción de nuevas masculinidades, siendo un proyecto, una propuesta hacia un cambio radical del mundo que habitamos.

Mayo feminista

El feminismo nunca ha sido la contraposición al machismo, sino más bien una visión, una perspectiva, un lugar desde donde posicionarse y reconocer la dominación histórica sobre las mujeres y nuestros cuerpos, y la imposición de la heteronormatividad como la única forma posible de construirse como personas.