A fronteira como lugar geográfico, epistêmico, político e cultural: delineando sentidos e contrastes

As fronteiras revelam o tamanho e o abismo do egoísmo humano, sua tendência fundamentalista e sua ignorância crassa, sua estupidez e desproporção racional.

Toda fronteira é uma afirmação de luta e força, de proteção e de defesa. As fronteiras revelam o tamanho e o abismo do egoísmo humano, sua tendência fundamentalista e sua ignorância crassa, sua estupidez e desproporção racional.

A arte como território de resistência: uma perspectiva polilógica

No âmbito da arte radical os números só importam como afetos e perceptos, o que afeta e o que é vivido por cada ser humano em seu corpo próprio.

Considerar a arte como território de resistência implica em uma compreensão da atividade artística como sendo da ordem do imprevisível e fora de controle. Somente o que não está previsto no campo dos saberes dominantes pode formar territórios de resistência, pois o que foi capturado pela força dos territórios materiais e simbólicos dominantes não tem poder transformador por carecer de força vital e criadora.

Des/colonização nas periferias iberoamericanas: o poli olhar

Os múltiplos olhares de sobrevôo possíveis na abordagem do tema motivador da presente edição, “Des/Colonização, Iberoamérica e o despertar da periferia”, revelam a complexidade de nossos modos de ser como participantes da história humana na diáspora iberoamericana. Com o intuito de apurar o foco desta provocação, compreendendo por iberoamericanos a comunidade dos falantes herdeiros da expansão colonizadora dos portugueses e dos espanhóis nas Américas e no mundo. Entretanto, do que mesmo estamos falando? O que significa ser iberoamericano? Em que base se assenta a identidade iberoamericana? Melhor falar a partir do lugar próprio e de como a colonização se encontra enraizada e de que formas se realizam des/colonizações nas periferias. E para sair da generalidade na abordagem do tema é …

Des/colonización en las periferias iberoamericanas: la mirada múltiple

La múltiples miradas que sobrevuelan posibles abordajes del tema disparador de la presente edición, “Des/Colonización, Iberoamérica y el despertar de la periferia”, revelan la complejidad de nuestros modos de ser como participantes de la historia humana en la diáspora iberoamericana. Con la intención de depurar el foco de esta provocación, comprendiendo por iberoamericanos a la comunidad de los hablantes herederos de la expansión colonizadora de los portugueses y de los españoles en las Américas y en el mundo. Entre tanto ¿De qué estamos hablando realmente? ¿Qué significa ser iberoamericano? ¿En qué base se asienta la identidad iberoamericana? Creo mejor partir hablando desde el lugar propio y de la manera en que la colonización se encuentra arraigada y de qué formas …

La violencia y la desigualdad social: caras de la misma moneda

La violencia y sus rostros también constituyen el motor de la historia de la humanidad. La violencia que se presencia hoy en las culturas ibero-americanas encuentra su génesis en la desigualdad social y en el modo de producción capitalista imperante. El estado de violencia es producido por desigualdades sociales que marcan la historia de la humanidad desde su inicio. No obstante, el propio mundo natural también se manifiesta de manera violenta en la medida en que todo se encuentra en ‘lucha’ en el universo y la vida es un perenne combate contra la muerte. Globalmente vivimos en la edad del conocimiento, de la información y de la violencia cada vez más extraña e incontrolable por los medios políticos-económicos normales (dominantes). Creo …

A violência e a desigualdade social: faces da mesma moeda

A violência e suas faces constituem também o motor da história da humanidade. A violência que se presencia hoje nas culturas ibero-americanas encontra a sua gênese na desigualdade social e no modo de produção capitalista imperante.  O estado de violência é produzido por desigualdades sociais que marcam a história da humanidade desde os seus primórdios. Entretanto, o próprio mundo natural também se manifesta de modo violento na medida em que tudo se encontra em “luta” no universo e a vida é uma perene luta contra a morte. Globalmente vivemos na idade do conhecimento, da informação e da violência cada vez mais estranha e incontrolável pelos meios político-econômicos normais (dominantes). Acredito que a estranheza e o mal-estar causados pela violência podem …