las muchas caras de la violencia…

há alguns anos, legião urbana canto-ironizava: “vamos festejar a inveja, a intolerância e a incompreensão/ vamos festejar a violência e esquecer a nossa gente, que trabalhou honestamente a vida inteira e agora não tem mais direito a nada/ vamos celebrar a aberração de toda a nossa falta de bom senso/ nosso descaso por educação.” que mudou de lá pra cá? nesta edição, trilha sonora para que a gente leia, discuta, debata “la violencia y sus rostros en iberoamérica“, tema central do quinto número da revista eletrônica iberoamerica social, iniciativa parceira de latitudes latinas que, mais uma vez, traz contribuições fundamentais para pensar no que ocorre nestas nossas latitudes. boa leituraudição! Fonte: http://latitudeslatinas.com/radio/las-muchas-caras-de-la-violencia/

negramérica

que aconteceria se além do repertório com o qual nos alfabetizam afetiva e esteticamente entrassem também em nossa formação os muitos outros saberes de que estamos feitos? que nos impede de canto-contar(nos) nossas tantas histórias? nesta edição, mais trilha sonora para seguir pensando no que o silenciamento (imposto ou voluntário) pode fazer com saberes, culturas, histórias. aproveite a visita e conheça algo mais sobre o culto a nossa senhora do rosário dos pretos. Fonte: http://latitudeslatinas.com/radio/negramerica/

Del arte político a la opción Decolonial en el arte contemporáneo Guatemalteco

Sandra Monterroso  Artes Visuales Candidata PHD in practice en la Academia de Arte de Vienna, departamento de estudios culturales [email protected] Recibido 30 Septiembre- Aceptado 04 Octubre   En el año 2010 la curadora e investigadora Kency Cornejo visitó Guatemala como parte de su investigación para doctorado  “Desobediencia Visual: La Geopolítica del arte experimental en Centroamérica 1990 al presente”, en ese entonces ella organizó una serie de entrevistas y visitas a los distintos estudios de artistas para conocer más sobre nuestro trabajo. Personalmente para esa fecha yo me consideraba una artista de posguerra, y consideraba que mi trabajo tenía una fuerte carga política de género  por los roles asignados a la mujer en…

#agoraéquesãoelas

agora é que são elas? como assim? como assim, só agora? adianta, por acaso, alguma coisa que homens compartilhem espaços que ocupam na mídia para que mulheres digam o tanto que precisa ser dito ainda sobre as muitas violências cotidianas? que digam o que pensam sobre o próprio corpo, sobre o aborto, sobre seu direito soberano de decidir a própria vida? o estado, a igreja ou qualquer outra instituição têm mesmo o direito de decidir por elas? sabemos que tem gente (muita gente, talvez) que acredita que não. que não adianta nada, que isso é puro jogo de cena politicamente correto. mas aqui no latitudes a gente acha que o…

Los indios y la Modernidad

Hoy en día somos cada día más conscientes que la forma de ver, comprender e interactuar en el mundo que tradicionalmente hemos practicado está encontrando verdaderos callejones sin salida, demostrando que muchas veces no tienen respuestas a ciertas contradicciones que se generan en el seno de las sociedades humanas o que las respuestas que han generado no son válidas o suficientemente efectivas.   La pregunta ¿Por qué te interesan tanto los pueblos indígenas? Es recurrente entre conocidos y amigos, e incluso entre colegas investigadores. Dejando de lado mi interés y gusto personal por la cultura, estética y sobre todo calidad de las personas de origen amerindio y centrándonos en un…

a victoria le gritaron “negra!”

29 de agosto de 2015 · em rádio   para você, victoria santacruz. negra, orgulhosamente negra. pesquisadora, cantora, compositora, encantadora. nesta edição, nossa homenagem a esta figura maior das culturas afroperuanas, falecida há um ano. a ela e a tantas e lindas vozes femininas destas nossas latitudes. confira, por exemplo, o encontro – via canto cubano – entre a baiana virginia rodrigues e a peruana susana baca.   Fonte: http://latitudeslatinas.com/radio/a-victoria-le-gritaron-negra/