Sidmar Dias – Capoeira

Sid, profesor de Capoeira de Florianopolis nos comparte algunas ideas acerca de su forma de ver el mundo mientras realiza un viaje de bicicleta por el litoral brasileño. Les dejamos con la video-entrevista realizada. Sidmar Dias – Capoeira was last modified: Agosto 2nd, 2017 by Victor Morales

A síndrome do impostor é definitivamente algo a se considerar. Algumas considerações para estudantes de pós-graduação não se sentirem externos à academia

Rachel Herrmann [1] [2] Ao meu passado, enquanto estudante de pós-graduação, No último verão eu escrevi uma carta sobre todas as coisas que eu queria que você soubesse quando iniciou a pós-graduação, mas eu fiz uma gigantesca omissão: A síndrome do impostor. Isso me ocorreu quando eu conversei com um novo estudante de pós-graduação neste outono …

O modelo de “controle cultural” para o estudo das “antropologias secundárias”. Uma proposta

Se não se seguir a historiografia tradicional da antropologia, que costuma apresentar o desenvolvimento da disciplina como uma sequência de propostas paradigmáticas, no que se compreende como a história da antropologia podem se distinguir duas grandes fases:

A primeira fase é o surgimento da ciência antropológica no século XIX no atlântico norte e a sua consolidação como “antropologia clássica” durante a primeira metade do século XX, com seus debates teóricos e metodológicos, e com o seu impressionante acervo de estudos sobre culturas espalhadas por todo o mundo. Estudos que incluíam, por se dizer, culturas indígenas e subculturas rurais e de artesãos, culturas populares, ou “não urbanas”, assim como formações culturais do passado (“história cultural”, geograficamente próximos, temporalmente distantes) nos mesmos países originários da antropologia.

Morrones, Maní

“Mirá la frutilla, la podés elegir, solo 100 el medio quilo”, grita un desconocido mientras bajo la Tristan Narvaja. La calle, que de lunes a viernes está llena de librerías y cafés, a lo largo del domingo se convierte en feria de frutas y legumbres, quesería, librería, viejería: todo se encuentra, y todo se vende. De lo nuevo al lo que ya no tiene uso. Quizás un día la feria fue una calle, la que lleva el nombre, pero hoy marca todo un espacio, pasada la 18 de Julio, pasando por Colonia, Mercedes, Uruguay, Payasandu – y en el sentido transversal, hasta Gaboto, Magallanes.

No es Venezuela, es Colombia: Chocó en resistencia

América Latina, con sus multitudinarios rostros y multiétnias, es negra, tiene la fuerza  y la resistencia de la afro descendencia. Una raíz milenaria que seguimos negando como parte de nuestra identidad cultural. Los afro descendientes en Latinoamérica seguimos siendo invisibilizados tanto o más que los pueblos indígenas. En la belleza  de la Patria Grande, entre las selvas …